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A paralisação de um dia de técnicos e docentes do IFSC, aprovada na Plenária de Delegados do dia 18/10 e referendada na assembleia do último dia 23/10, foi marcada por uma nova assembleia, desta vez no formato híbrido, no auditório da Reitoria, no período da manhã, e por rodas de conversa nos Câmpus, à tarde, nesta terça-feira (28), Dia do Servidor e da Servidora Pública.
A assembleia reforçou ideias e propostas de encaminhamento, sobretudo em termos de comunicação, para tentar mobilizar os servidores na luta contra as tentativas de destruição dos serviços e dos servidores públicos no Brasil.
Uma das sugestões é analisar a proposta e extrair dali os pontos específicos que representam prejuízos diretos a quem está na ativa, uma vez que o discurso dominante – e falso – é que essa reforma não vai atingir os atuais servidores. Outra ideia é que o sindicato produza outdoors para dialogar com a população e mostrar a ela que o projeto não vai trazer prejuízos apenas aos trabalhadores, mas sobretudo a todos aqueles que dependem dos serviços públicos gratuitos, como saúde, previdência e educação. A Seção também deve enviar material gráfico sobre a reforma aos Câmpus, para serem afixados em murais e locais de fácil acesso ao público.
Na assembleia, os servidores ainda discutiram rapidamente alguns encaminhamentos da Mesa Nacional de Negociação Permanente, como a proposta apresentada pelo governo de reajuste do vale alimentação, e também autorizaram a participação de membros do GT LGBTI+ da Seção na XXVII Jornada LGBTI+ da Aliança Nacional LGBTI+ e no 12° Congresso Internacional da Associação Brasileira de Estudos da Trans-Homocultura.
(Assessoria de Comunicação do SINASEFE Seção Sindical IFSC)
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