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11 de maio de 2026

Seção IFSC acompanha Congresso da CSP Conlutas

Seção IFSC acompanha Congresso da CSP Conlutas

Realizado em São Paulo, no Clube Guapira, no período de 18 a 21 de abril, com o tema “Independência de classe, luta e internacionalismo: construindo uma alternativa popular”, o 6º Congresso Nacional da CSP Conlutas contou com a participação de cinco observadores da Seção Sindical IFSC, os sindicalizados e sindicalizadas Israel da Silva Mota, Lucas de Souza Ranakovski, Magali Ines Pessini, Marcos Aurélio Neves e Marcos Dorval Schmitz.

Eles acompanharam os debates de conjuntura internacional e nacional realizados a partir de mesas formadas por representantes de delegações internacionais convidadas e por correntes sindicais que compõem a CSP Conlutas. Outros temas como plano de lutas, combate a opressões, balanço organizativo e eleições 2026, foram abordados em grupos de trabalhos (GTs), que sistematizaram proposições posteriormente apreciadas pelos (as) delegados (as) do Congresso.

Uma das principais deliberações do fórum foi a aprovação do Plano de Lutas da Central para o próximo período. O debate girou em torno da necessidade de fortalecer a luta direta, ampliar a organização da classe trabalhadora e enfrentar, de forma articulada, os ataques em curso no país e no cenário internacional. A resolução aprovada foi a proposta apresentada pelo Bloco Classista Operário e Popular, que definiu como prioridade as lutas pelo fim da escala 6×1; pela redução da jornada de trabalho, sem redução de salário; pela unificação das greves e mobilizações em curso; a oposição de esquerda ao governo Lula/Alckmin, demais governos e à extrema direita, com enfrentamento à política do Arcabouço Fiscal, contra as reformas e privatizações, em defesa da soberania e pela revogação das reformas neoliberais; além da construção de uma resposta internacionalista diante do avanço da extrema direita e das ofensivas imperialistas.

A resolução aprovada incluiu ainda o apoio às lutas indígenas, a luta contra o machismo, o enfrentamento à violência contra as mulheres e a preparação de um 1º de Maio classista, internacionalista e independente.

O Sinasefe Nacional e a Seção Sindical IFSC não estão filiados, atualmente, a nenhuma central sindical, mas têm participado dos fóruns unitários cujas centrais tem assento. Estes fóruns se articulam em torno de uma plataforma política que defende as causas dos trabalhadores (as) do Brasil e do mundo, a exemplo do fim da escala 6×1, a revogação da contrarreforma trabalhista do Temer (2016) e das reformas da previdência de FHC (1998), Lula (2003) e Bolsonaro (2019).

Ao optar, na assembleia do dia 12 de março, por acompanhar os congressos da CSP Conlutas e da Intersindical, a Seção Sindical IFSC estabeleceu como objetivo reabrir um debate na sua base sobre o retorno do Sinasefe a uma central sindical. O entendimento, segundo Marcos Neves, um dos observadores do sindicato, é que “a articulação horizontal entre as diversas entidades sindicais e populares num único espaço (Central Sindical) favorece a articulação entre as lutas contra a exploração e opressão da classe trabalhadora, ampliando o nível de consciência de classe dos trabalhadores (as) e colocando as lutas das mulheres, dos (as) negros (as), LGBTQIAPN+, dos povos originários e quilombolas dentro de uma perspectiva de classe, demarcando assim com as investidas das classes dominantes sobre esses movimentos, particularmente com a disseminação de ideologias individualistas de ‘empoderamento’ e ‘empreendedorismo’ como horizonte de solução para as lutas contra a opressão”.

Durante o 6º Congresso da CSP Conlutas, os (as) delegados (as) e observadores (as) sindicalizados (as)  do Sinasefe realizaram também um encontro para refletir sobre a importância de uma intervenção unificada em torno de um programa político que garanta a independência de classe do Sindicato Nacional e de uma plataforma política que arme o Sinasefe contra as investidas do atual e do futuro governo contra a educação pública, gratuita e laica e as contrarreformas trabalhista, previdenciárias e administrativas que certamente estão por vir.

(Assessoria de Comunicação do SINASEFE Seção Sindical IFSC, com contribuição dos relatos enviados pelos observadores Marcos Neves e Marcos Dorval)

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