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23 de maio de 2017

Sinasefe participa do pedido de impeachment do governador de SC

Sinasefe participa do pedido de impeachment do governador de SC

Desta vez as solicitações foram assinadas individualmente pelos representantes das entidades do Fórum, já que no ano passado o então presidente da Casa, Gelson Merísio (PSD), arquivou o documento alegando que a forma como foi apresentado feria o regimento interno da Assembleia. O atual presidente ALESC, Silvio Dreveck (PP), tem até 15 dias para avaliar a legalidade da petição. O pedido do Sinasefe está subscrito pelo coordenador geral, Paulo Henrique de Oliveira Porto de Amorim.

De acordo com as entidades que protocolaram o pedido, a manobra usada pelos políticos deve ser classificada como "apropriação indébita de recursos tributários". “O governo não é dono desses recursos. Ele só tem a competência de arrecadação. Pela constituição, esses recursos pertencem também aos municípios e aos órgãos do Estado. Na medida em que a Celesc ‘doa’ para o Fundosocial, ela deixa de arrecadar. Isso interfere nos repasses para educação e saúde”, afirmou Sidnei Silva, representante da Federação Nacional de Servidores dosTribunais de Contas e um dos formuladores do documento.

Segundo auditoria do TCE-SC, de abril a dezembro de 2015 deixaram de ser encaminhados cerca de R$ 615 milhões aos cofres públicos de Santa Catarina. Com o valor consignado até 2016, o Estado teria deixado de arrecadar cerca de R$ 1 bilhão.

O pedido também inclui o impeachment do secretário executivo de Supervisão de Recursos Desvinculados da Casa Civil, Celso Calcagnotto, por omissão, e do ex-secretário do Estado da Fazenda de Santa Catarina, Antonio Gavazzoni, que deixou o governo no último dia 22. Ele é apontado pelo grupo por ter praticado apropriação indébita de recursos, assim como Colombo.

Este será o terceiro pedido de impeachment contra o governador Raimundo Colombo. Além das solicitações do fórum, a bancada do PSOL na Câmara de Vereadores de Florianópolis ingressou com outra petição no fim de abril. O texto baseava-se nas delações de dois diretores da Odebrecht sobre doação de recursos para a campanha do governo em 2010.

Créditos: Assessoria de Comunicação do SINASEFE Seção Sindical IFSC, com informações do DC e ND. Fotos do Fórum de Lutas em Defesa dos Direitos

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