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7 de novembro de 2018

Assembleia discute flexibilização e PAD’s no IFSC

Assembleia discute flexibilização e PAD’s no IFSC

Em nova assembleia geral, realizada na segunda-feira (5/11), no Miniauditório do Câmpus Continente, os servidores do IFSC decidiram reforçar ainda mais a orientação para que os setores proibidos de flexibilizar funcionem em horário comercial até, no máximo, às 18h, e que fechem durante o intervalo do almoço. Cartazes para serem afixados nas portas de cada setor não flexibilizado já estão disponíveis para impressão no menu documentos do site da Seção.

A ideia principal é cumprir estritamente o novo horário determinado pela Reitoria, deixando à mostra aos diversos públicos da Instituição os inúmeros problemas e prejuízos que, inevitavelmente, o fim da flexibilização irá trazer.

O Sindicato vai preparar também um material de retrospectiva da luta pela flexibilização da jornada ao longo de 2018, com avaliação e perspectivas para o próximo período. Paralelo a isso, a assessoria jurídica da Seção Sindical será consultada sobre a possibilidade de ingresso de ação para tentar anular, na justiça, a Instrução Normativa 11 da Reitoria.

Além da luta permanente pela flexibilização da jornada dos TAEs, a assembleia discutiu também os Processos Administrativos Disciplinares (PAD’s) no Instituto que, na avaliação da maioria dos presentes, estão se transformando cada vez mais em instrumentos de assédio e perseguição política por parte da atual gestão do IFSC. Somente o jurídico da Seção realiza atualmente a defesa de mais de 10 servidores, sem contar os que preferiram contratar advogados particulares.

Na assembleia, os servidores criticaram duramente o aumento significativo do número de PAD’s na Instituição. Para eles, os processos estão sendo “banalizados e muitos estão sendo usados como instrumentos de perseguição política e controle das vozes críticas à atual gestão”. O objetivo não é outro, senão “tentar calar quem luta, quem enfrenta”.

Para piorar o quadro, quando os recursos conseguem chegar ao Conselho Superior, o regimento da instância máxima do IFSC, qualificado como “draconiano”, garante sempre uma tramitação rápida e segura contra os acusados, impedindo, por exemplo, pedidos de vistas – apesar do pouco tempo que os conselheiros têm para ler e estudar os processos – e exigindo sustentação formal para os votos contrários.

Na última reunião do Consup, realizada na segunda (05/11), representantes do Sindicato realizaram uma atividade de esclarecimento junto aos conselheiros, pouco antes do início dos trabalhos. Mas mesmo assim, o Conselho aprovou por 14 votos a 9 o relatório do PAD que demitiu a servidora do Câmpus Jaraguá e dirigente da Seção Sindical IFSC, Daniela Cristina Kassner.

(Assessoria de Comunicação do SINASEFE Seção Sindical IFSC)

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