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12 de março de 2025

Assembleia Híbrida marca jornada de lutas no IFSC

Assembleia Híbrida marca jornada de lutas no IFSC

Com atividades parcialmente paralisadas em vários locais de trabalho, os servidores do IFSC realizaram ontem (11/03), pela manhã, uma Assembleia Geral Híbrida no Hall de entrada do Câmpus Florianópolis Centro, como parte da programação da Jornada Nacional de Lutas pela aprovação da LOA (Lei Orçamentária Anual) e da MP 1.286/24. Representantes de Câmpus de outras cidades participaram da assembleia por meio de salas virtuais coletivas.

A jornada de Lutas de 10 a 12/03 começou na segunda-feira com atividades nos estados e recepção aos parlamentares no aeroporto de Brasília. E continuou na terça e na quarta com paralisação de 48 horas em toda a base do Sinasefe.

A aprovação da LOA pelo Congresso é que vai viabilizar os reajustes e a reestruturação das carreiras de TAEs e docentes em 2025 e 2026, duas importantes conquistas da greve de 2024. Daí a importância da mobilização permanente da categoria, da participação nas ações desenvolvidas pelo Sinasefe Nacional e da pressão sobre deputados federais e senadores. Por isso, o sindicato orienta novamente que representantes de Câmpus, sobretudo das cidades de fora da Grande Florianópolis, procurem se informar e se articular com a representação local das entidades dos SPFs em suas respectivas regiões, para futuros atos e mobilizações convocadas nacionalmente.

Importante também que a categoria se aproprie das alterações que vão ocorrer nas carreiras dos TAEs e docentes, que estão compiladas no documento elaborado pelo GT Carreira da Seção. Outros dois pontos igualmente importantes, que não dependem da aprovação da LOA e que ainda estão em fase de negociação com o governo, são a regulamentação do RSC e a Regulamentação da Atividade Docente (RAD). Os servidores precisam ficar atentos e acompanhar essas questões.

Na assembleia da Seção Sindical, além dos informes gerais, os servidores debateram também a conjuntura política, as perspectivas e os desafios do trabalho de articulação no Congresso para aprovação da LOA, com destaque para o fato de que o atraso na votação do orçamento da União não prejudica apenas os servidores, mas também toda a comunidade escolar, uma vez que a liberação de recursos para investimentos, custeio e continuidade de vários programas no âmbito dos Institutos e Universidades está diretamente condicionada a essa aprovação. É um processo complexo, com disputas políticas e análise de várias emendas.

A FASUBRA, por exemplo, entidade que representa os técnicos administrativos das Universidades, elaborou 15 propostas de emendas parlamentares para a Medida Provisória 1.186/24, visando ajustar o texto ao que foi acordado com o governo durante a greve do ano passado. No total, a MP conta com o protocolo de 517 emendas parlamentares, e entre essas, 94 propostas possuem relação direta com a Lei 11.091/2005. Confira aqui o relatório produzido pela entidade.

A regulamentação interna da reestruturação das carreiras no âmbito local dos Institutos e processo de eleição dos novos dirigentes das Instituições foram outros dois temas tratados na assembleia. A Seção IFSC está se organizando para que eventuais demandas específicas sejam negociadas diretamente com a Reitoria, a fim de evitar ao máximo a judicialização dos processos. E quanto à eleição dos dirigentes, o Sinasefe vai apresentar, em breve, uma proposta de carta compromisso, contendo um resumo das principais reivindicações da entidade, para ser entregue a todos os candidatos.

(Assessoria de Comunicação do SINASEFE Seção Sindical IFSC)

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