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17 de agosto de 2016

Ato unifica Centrais na luta contra a retirada de direitos

Ato unifica Centrais na luta contra a retirada de direitos

Lideranças, militantes dos movimentos sociais e trabalhadores da base de diversas categorias do setor público e privado em Santa Catarina realizaram na tarde de ontem (16/08), em frente à FIESC (Federação das Indústrias de SC), no bairro Itacorubi, em Florianópolis, um ato unificado contra a retirada de direitos da classe trabalhadora. A manifestação, que teve início em frente à UDESC, reuniu aproximadamente três mil pessoas.

A passeata e o ato foram organizados de forma unitária pelas seis centrais sindicais do estado – CUT, CTB, Intersindical, CSP Conlutas, Força Sindical, Nova Central e UGT. Servidores do IFSC, que realizaram assembleia pela manhã, também participaram das manifestações.

As frases e palavras de ordem apresentadas em faixas, cartazes e nos discursos das lideranças refletiam a preocupação das categorias com os ataques aos direitos trabalhistas e ao serviço público. As principais pautas das mobilizações, que aconteceram também em diversas cidades pelo país, estão relacionadas à reforma da previdência, à privatização das estatais, à liberação da terceirização sem limites, ao projeto que coloca o negociado sobre o legislado, ao PLP 257, à PEC 241 e à retirada de investimentos na saúde e educação públicas.

As principais reivindicações defendidas pelas Centrais Sindicais são a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem redução de salários; a redução da taxa de juros; a retomada do investimento público em infraestrutura produtiva, social e urbana e a retomada e ampliação dos investimentos no setor de energia, como petróleo, gás e fontes alternativas renováveis, em especial a Petrobrás.

As manifestações unitárias de ontem marcam também o início do processo de preparação para a Greve Geral em todo o país, cujo principal objetivo é barrar os ataques aos direitos históricos da classe trabalhadora brasileira – como aposentadoria, jornada de trabalho, férias e 13º, entre outros – as privatizações e o corte de investimentos nos serviços públicos, especialmente em áreas essenciais, como saúde e educação.

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