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12 de agosto de 2016

Centrais Sindicais realizam ato unitário em defesa dos direitos dos trabalhadores

Centrais Sindicais realizam ato unitário em defesa dos direitos dos trabalhadores

Reunidas em torno da defesa dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras, CUT, CTB, Intersindical, CSP Conlutas, Força Sindical, Nova Central e UGT – as sete centrais sindicais do estado – se unificaram e vão realizar um grande ato na capital catarinense dia 16 de agosto, em defesa dos direitos dos trabalhadores, com concentração em frente à UDESC, a partir das 13 horas. A manifestação faz parte do Dia Nacional de Lutas, Paralisações e Protestos contra a PEC 241, o PLP 257, as terceirizações, as reformas previdenciária e trabalhista e todos os demais ataques aos direitos da classe trabalhadora no Brasil. 

Nesse mesmo dia, às 9h, a Seção Sindical IFSC vai realizar assembleia geral no câmpus Florianópolis-Centro do IFSC, na Av. Mauro Ramos, centro da Capital. A pauta inclui informes, análise de conjuntura e a discussão do calendário de lutas para o próximo período. O Sindicato também está tentando articular um ônibus para levar os participantes para o ato, às 13h, em frente à UDESC.

Os motivos da luta

Reforma da Previdência, privatização das estatais, liberação da terceirização sem limites, projeto do Negociado sobre o Legislado, PL 257, PEC 241 e a retirada de investimentos na saúde pública e na educação são as pautas que unem as centrais sindicais, que se posicionam contrárias a esse atentado aos direitos do povo brasileiro.

As centrais defendem a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem redução de salários; a redução da taxa de juros; a retomada do investimento público em infraestrutura produtiva, social e urbana e a retomada e ampliação dos investimentos no setor de energia, como petróleo, gás e fontes alternativas renováveis, em especial a Petrobrás.

O ato vai reunir trabalhadores e estudantes de diferentes regiões do estado, que em caminhada vão até a sede da FIESC levar o recado das centrais sindicais que não aceitam que os trabalhadores e trabalhadoras paguem o “pato” da crise econômica e política do país.

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