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21 de setembro de 2015

Plenarinho da Câmara de Vereadores ficou lotado para ouvir servidores públicos federais em greve

Plenarinho da Câmara de Vereadores ficou lotado para ouvir servidores públicos federais em greve

Mais de 40 pessoas participaram da audiência pública sobre a valorização dos serviços públicos federais e de seus servidores realizada no Plenarinho da Câmara de Vereadores de Florianópolis, na última sexta-feira, 18. O evento foi promovido pelo Fórum dos Servidores Públicos Federais, composto pelo Sinasefe, Sindiprevs, Sintufsc, Andes UFSC, Afaesc e CUT.

Na abertura da audiência, o vereador Afrânio Tadeu Boppré (PSOL) ressaltou a importância dos sindicatos para a consolidação dos direitos dos trabalhadores e elogiou a iniciativa do Fórum dos Servidores Públicos Federais de promover atos em defesa do serviço público.  O vereador ironizou a proposta do governo federal de parcelar a reposição da inflação para os servidores públicos em quatro anos e questionou “quero ver eles proporem isso aos bancos”.

Durante a audiência, representantes dos servidores do IFSC, do INSS e da UFSC puderam expor as precárias condições de trabalho e mostrar como as perdas salarias e os cortes no orçamento tem afetado, diretamente, setores como a educação e a previdência social. “Dos 22 câmpus do IFSC mais a reitoria, 18 aderiram à greve, sendo que em 13 deles o calendário letivo chegou a  ser suspenso.  Estamos lutando pela reposição das perdas salariais, pela data-base e pelo fim dos cortes na educação. Após um período de expansão do IFSC, estamos em fase de consolidação, mas o governo anunciou redução de 46% no investimento e 10% no custeio do IFSC. Que tipo de educação vamos oferecer com esses cortes?”, interroga o servidor do IFSC Felipe Silva.

O vereador Renato Geske (PSD) comentou que o governo federal parece não se importar em alunos ficarem sem aula, “é histórico dizer que no funcionalismo público federal não tem aumento nem direito se não lutar”. O vereador Felipe Teixeira (PDT) lembrou que a fusão de ministérios não foi bem esclarecida. “Como será a fusão dos ministérios para o servidores? Será que seus cargos serão mantidos? Se não tirar os cargos comissionados, não adianta”, salientou o vereador.

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