Servidores do IFSC realizaram ontem à tarde, no Câmpus São José, mais uma assembleia geral para discutir, entre outros assuntos, a flexibilização da jornada de trabalho dos TAEs. Após análise da conjuntura nacional e local, ele avaliaram que, devido principalmente aos vários ataques por meio de novas normatizações impostas autoritariamente, hora pelo governo federal e hora pela própria gestão, não há, no momento, mobilização suficiente para deflagração de uma greve no Instituto, visando à revogação da IN 11 da Reitoria.
Os servidores aprovaram, no entanto, medidas de resistência à Instrução Normativa, que na prática limita e restringe a flexibilização da jornada e também o atendimento ininterrupto na Instituição. A orientação aprovada na assembleia é que os setores proibidos de flexibilizar funcionem em horário comercial até, no máximo, às 18h, e que fechem durante o intervalo do almoço. Cartazes deverão ser afixados nas portas, a fim de manter todos os públicos do IFSC informados sobre os novos horários.
A assembleia aprovou também, após longo debate com a participação da Assessoria Jurídica do Sindicato, ingressar com ação para questionar na Justiça a validade das Resoluções do CODIR.
A mobilização dos servidores continua na próxima segunda-feira, dia 5/11, com uma manifestação marcada para as 13h, durante a reunião do Consup, que tem na sua pauta a análise de Processos Administrativos Disciplinares (PADs). O Sinasefe realiza em seguida uma nova assembleia geral, para avaliação e encaminhamentos das lutas.
Para representar a Seção na 156ª Plena do Sinasefe, que acontece em Brasília, no período de 9 a 11 de novembro, foram eleitos/as como delegados/as a sindicalizada Elenira Vilela, pela diretoria, e Fernando César Fiorini Ribas, pela base.
(Assessoria de Comunicação do SINASEFE Seção Sindical IFSC)