Sinasefe e Gestão do IFSC voltaram a se reunir na última segunda-feira, dia 26/09, para discussão de reivindicações específicas e de pautas gerais que, direta ou indiretamente, afetam o cotidiano das/os trabalhadoras/es da Instituição. Esta, inclusive, será uma prática comum daqui pra frente, segundo acordo firmado com a Reitoria, com a criação e manutenção de uma mesa permanente de diálogo com o objetivo de debater e buscar soluções conjuntas para os diversos problemas que afetam as/os servidoras/es no seu dia-a-dia.
No encontro desta segunda, cinco temas dominaram os debates: a necessidade de prorrogação do prazo de afastamento de docentes que, por conta da pandemia, não conseguiram concluir suas pesquisas de pós-graduação; a questão – ainda não totalmente resolvida – do pagamento dos adicionais de insalubridade para alguns servidores do Câmpus Florianópolis Centro; a discussão sobre a representação do Sinasefe no Consup; o uso de espaços do IFSC para a realização de assembleias presenciais do sindicato; e alocação de carga horária para que os servidores técnico-administrativos possam desenvolver e participar de atividades sindicais, inicialmente as/os que fazem parte da Diretoria da Seção.
O caso do coletivo de docentes que se organizou e procurou o Sinasefe em busca de uma intermediação com a Reitoria deverá ser resolvido ainda esta semana, após a realização de um estudo sobre os impactos de uma eventual prorrogação de 6 a 12 meses nos períodos de afastamento, uma vez que não há obstáculos legais e a questão dos respectivos substitutos parece estar equacionada nos Câmpus onde estão lotados.
O pagamento do adicional de insalubridade no Câmpus Florianópolis Centro é um tema mais complexo, já que a responsabilidade pelo pagamento está agora nas mãos da Direção Geral do Câmpus. Segundo a Reitoria, a principal dificuldade – que seria a comprovação da habitualidade de, no mínimo, 50% do tempo de permanência do servidor nos ambientes insalubres – será equacionada com a emissão de Laudos Técnicos Individuais (LTIs), uma prática inovadora que vai ajudar a evitar impasses desse tipo no futuro. A gestão do IFSC está trabalhando também para conseguir o pagamento dos valores retroativos àquelas/es servidoras/es que tinham o direito e deixaram de receber os adicionais. Outra medida sugerida pelo sindicato, e acatada pela gestão, será a divulgação a todas/os as/os servidoras/es, através das CGPs, do fluxo completo que as pessoas que trabalham em ambientes insalubres devem seguir para reivindicar seu direito à percepção dos respectivos adicionais.
Já as reivindicações que dizem respeito à representação do Sinasefe no Consup, à cessão de espaços no IFSC para a realização das assembleias do Sindicato e à alocação de carga horária para atividades de representação sindical dos TAEs foram bem recebidas pelas/os representantes do IFSC e serão aprofundadas e encaminhadas ao longo dos próximos encontros.
(Assessoria de Comunicação do SINASEFE Seção Sindical IFSC)