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18 de maio de 2012

Sindicato participa de panfletagem no Dia Nacional de Luta dos SPFs

Sindicato participa de panfletagem no Dia Nacional de Luta dos SPFs
Representantes das entidades de Servidores Federais em Santa Catarina realizaram hoje (17/05) à tarde, no Terminal de Ônibus do centro, em Florianópolis, mais uma panfletagem junto à população, para denunciar as políticas de ataque do governo federal aos direitos do funcionalismo, que refletem diretamente na qualidade dos serviços oferecidos à sociedade. A distribuição de panfletos marcou o Dia Nacional de Luta da categoria no estado.

Além dos projetos prejudiciais aos servidores, como o que congela os salários por 10 anos (PLP 549/09 e PLS 611/07) e o que permite a demissão de servidor estável (PLP 248/98), o Executivo ainda tenta passar à população a ideia de que todos os servidores vão ter reajustes nos salários esse mês. 

A recente edição da MP 568/2012, que atinge apenas algumas categorias do funcionalismo, está sendo alardeada pelo governo como algo muito positivo. A verdade, porém, é que a MP não apenas mantém as distorções do Projeto de Lei 2.203/2011, como ainda deixa vários setores dos SPFs sem qualquer reajuste nos salários.

No IF-SC, por exemplo, a Medida Provisória prejudica tanto os técnicos quanto os docentes. Os primeiros simplesmente ficaram de fora do texto, sem qualquer perspectiva de recomposição salarial. Já os professores terão 4% de reajuste, mais a incorporação da GEDBT, mas parcela significativa deles terá perdas com a mudança do pagamento do adicional de insalubridade, que agora será um valor fixo, desvinculado do Vencimento Básico.

A MP 568 é fruto do acordo assinado no ano passado pelo Andes e pelo Proifes e posteriormente, após a greve, também pelo Sinasefe. Primeiro o governo protelou o seu cumprimento por meio do PL 2.203/2011. Depois, quando as entidades tentavam corrigir várias distorções no Congresso, o governo decidiu transformá-lo em Medida Provisória, soterrando assim todo o processo de negociações em curso com os Deputados.

Além de continuar firme na luta conjunta com as demais categorias do funcionalismo, a Seção Sindical vai fazer também uma consulta à sua assessoria jurídica, para ver se cabe alguma ação visando preservar os direitos daqueles trabalhadores prejudicados com a mudança no pagamento do adicional de insalubridade e periculosidade.

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