Fonasefe, Fonacate (carreiras típicas de Estado) e centrais sindicais aprovaram, por consenso, uma contraproposta unificada da bancada sindical para a continuidade das negociações da Mesa Nacional de Negociação Permanente (MNNP) em torno do reajuste dos servidores públicos federais do Executivo.
A proposta foi protocolada nesta quarta-feira, dia 31/01, junto ao Ministério da Gestão e Inovação (MGI). O Sinasefe esteve representado na ocasião pelo Diretor da pasta de Políticas Educacionais, João Carlos Cichazweski.
Elaborada com a assessoria do Dieese, a contraproposta considera as reposições e perdas salariais das categorias, sendo os percentuais construídos a partir de dois blocos distintos.
O primeiro bloco é composto pelas categorias que tiveram reajuste bianual (2016 e 2017) e o segundo pelas que tiveram reajuste em quatro anos (2016, 2017, 2018 e 2019). Os 9% do reajuste emergencial concedidos em 2023 pelo governo Lula também estão no cálculo.
Dessa forma, os percentuais da contraproposta dos servidores variam entre 22,71% e 34,32%, a serem divididos em três anos a partir de 2024. Entre 2024 e 2026 os servidores do Bloco I teriam reajuste de 10,34% a cada ano, enquanto os servidores do Bloco II teriam 7,06%.
A pauta inicial apresentada pela bancada sindical em 11/07/2023 solicitava, em relação à recomposição salarial das perdas, 53,17% para o bloco I de servidores (as) e 39,92% para o bloco II. O Governo Federal não deu respostas positivas sobre a recomposição, reivindicação central de servidores (as) na Campanha Salarial 2024, apenas propôs reajustar três benefícios em 2024 (auxílio-alimentação, auxílio-creche e auxílio-saúde).
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Confira a contraproposta protocolada aqui
(Assessoria de Comunicação do SINASEFE Seção Sindical IFSC)