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8 de outubro de 2026

O Brasil que queremos e o Estado que defendemos

O Brasil que queremos e o Estado que defendemos

O segundo turno das eleições presidenciais de 2026 coloca diante da classe trabalhadora brasileira uma disputa que não pode ser reduzida a nomes, partidos ou preferências pessoais. Está em disputa um projeto de país.

Está em disputa o papel do Estado brasileiro, o futuro dos serviços públicos, a educação, a saúde, os direitos sociais, a valorização dos trabalhadores e a própria concepção de democracia que queremos construir.

O SINASEFE Seção Sindical IFSC não pode se omitir diante de uma disputa dessa dimensão. Somos uma entidade sindical e nossa responsabilidade é defender os interesses da classe trabalhadora e, particularmente, daqueles e daquelas que constroem diariamente a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. Por isso, precisamos olhar para esta eleição com os olhos de quem vive do trabalho.

Que Estado queremos? Porque não acreditamos em um Estado que abandona a população à lógica do mercado e não aceitamos que educação, saúde, ciência, tecnologia e assistência social sejam tratadas como mercadorias. Sabemos que a resposta para os problemas do serviço público não é simplesmente cortar gastos, reduzir estruturas, terceirizar atividades, privatizar patrimônio público ou retirar direitos dos servidores. Por isso, defendemos o Estado como instrumento de garantia de direitos e de redução das desigualdades sociais. Defendemos educação pública, gratuita, inclusiva e socialmente referenciada. Defendemos o SUS público e universal. Defendemos ciência e tecnologia a serviço da soberania e do desenvolvimento social. Defendemos a valorização dos servidores públicos. Defendemos carreiras estruturadas, salários dignos, condições adequadas de trabalho e respeito àqueles que fazem funcionar as políticas públicas.

Dois projetos, uma escolha de sociedade

O candidato da extrema direita defende: o enfraquecimento do papel do Estado, a privatização da educação, da saúde, é contra a ciência e a universidade pública, defende propostas que precarizam e reduzem políticas sociais, restringem o acesso da população aos direitos fundamentais e, com isso, a pessoa pobre não entra na pauta de prioridades.

O candidato de esquerda defende: que o papel do Estado deve ser inclusivo e de bem-estar social, com políticas para o conjunto da população brasileira, com saúde e educação para todos, com ampliação dos direitos sociais. Na educação, por exemplo, já existem vários projetos de impactos sociais bem fortes, como pé de meia, a assistência estudantil, entre outros.

Nesse contexto, vimos reafirmar nossa independência, mas isso não significa neutralidade diante da história. É hora de nos posicionarmos a partir dos interesses da classe trabalhadora.

Neste segundo turno, é LULA!

Por nenhum direito a menos!

Nenhum passo atrás!

(SINASEFE Seção Sindical IFSC)

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