No dia 29 de agosto, uma comissão de estudantes do câmpus continente fez uma intervenção no Conselho Superior, solicitando esclarecimentos a respeito da situação difícil que o câmpus está enfrentando com a restrição de recursos, que repercute na falta de insumos para aulas práticas e na restrição das saídas de campo. Na resposta dada aos estudantes, a reitora menciona que uma das questões que dificultou a aquisição de insumos foi a greve dos servidores de 2015.
O Sinasefe repudia esta colocação desonesta, já que o câmpus não teve servidores participantes do movimento grevista nos setores responsáveis pela aquisição de insumos. Ainda, não compreendemos como é possível que não tenha havido prejuízo para a compra de insumos para a posse da reitora, ocorrida dia 16 de maio deste ano, e que haja problemas com a compra de insumos para o segundo semestre de 2016 vinculado a um processo grevista ocorrido em 2015.
Além disto, registra-se que o movimento grevista encerrou-se em 30 de setembro de 2015, com um acordo firmado entre grevistas e a reitoria que implicava na reposição das atividades represadas ainda em 2015, o que não justifica os problemas de gestão e de falta de recursos vividos pela instituição atualmente e que afetam a qualidade das aulas de nossos estudantes.
Nos solidarizamos aos estudantes que buscam uma educação plenamente pública, gratuita e de qualidade.