Na última segunda-feira (04/05), a Diretoria da Seção Sindical (DSS) e seu GT de aposentados realizaram reuniões com a Reitoria do IFSC para tratar de vários assuntos, alguns específicos desse segmento da categoria (que serão objeto de matéria específica a ser publicada nos próximos dias) e outros relacionados ao conjunto da categoria. O encontro foi produtivo, com diálogo aberto e disposição para encaminhamentos conjuntos.
Dentre os temas tratados com a gestão do Instituto, um deles trata do processo de subsídio dos professores que ascenderam à classe titular. A Diretora Executiva e vice-Reitora do Instituto, Ana Paula Kuczmynda da Silveira, e o Diretor de Gestão de Pessoas (DGP), Jean Carlos Gitassi, adotaram uma postura colaborativa, destacando a importância da construção conjunta entre Reitoria e Sindicato, com foco em ações que beneficiem os servidores.
ENCAMINHAMENTOS:
Professores titulares: Ficou acordado que a DGP irá elaborar e disponibilizar à Seção uma lista com todos os professores da classe titular do IFSC, incluindo ativos e não ativos.
Periculosidade: Também houve avanço em um segundo processo, relacionado à periculosidade nos laboratórios. A DSS disponibilizará para a Reitoria uma listagem com os nomes dos servidores que o sindicato procura, a qual será posteriormente sistematizada e encaminhada ao setor jurídico do Sinasefe com seus respectivos contatos.
Espaço permanente de diálogo: Foi proposta a criação de um espaço contínuo de diálogo entre a Reitoria e o Sinasefe, com reuniões mensais, restritas à gestão e à direção sindical. Esse espaço, denominado provisoriamente de “Rodas de Conversa”, tem como objetivo articular pautas de interesse comum e destravar demandas atualmente paralisadas.
Fórum de Mulheres: A vice-reitora apresentou a proposta de construção conjunta de um Fórum de Mulheres, previsto para março de 2027. O tema será aprofundado na próxima reunião.
Reposicionamento docente (interstício): Em relação ao reposicionamento docente vinculado ao interstício, foi informado que houve intenção inicial da gestão em viabilizar o pagamento. No entanto, essa possibilidade foi revista após orientação contrária da DGP. Segundo relato, em reunião do CONIF foi apresentado que o MGI emitiu parecer desfavorável a esse tipo de pagamento, entendimento posteriormente confirmado pela AGU. Também foi mencionado que há um movimento de responsabilização de gestores que autorizaram esse procedimento em alguns Institutos Federais, como IFSP, IFRN, IFRS e UTFPR.
Atividade sindical dos TAEs: Também foi discutida a revogação da normativa que permitia a atribuição de quatro horas para atividades sindicais aos TAEs. Foram apontadas discrepâncias nessa medida, especialmente em relação às atividades presenciais, que demandam deslocamento e, consequentemente, maior tempo do que o atualmente previsto. A gestão indicou abertura para dialogar sobre o tema, mas destacou a necessidade de levantamento dos nomes dos TAEs que compõem a direção sindical. A partir dessa relação, será possível discutir, junto aos Câmpus de atuação desses servidores, alternativas para viabilizar a liberação das atividades sindicais. Segundo a Reitoria, as restrições atuais estão relacionadas a demandas das gestões locais, especialmente no que diz respeito à flexibilização dos setores e à manutenção do atendimento ao público.
De forma geral, a reunião resultou em encaminhamentos concretos e no fortalecimento do diálogo institucional entre sindicato e Reitoria.
(Assessoria de Comunicação do SINASEFE Seção Sindical IFSC, com relatório e avaliação da DSS)